Sua empresa tem um diretor financeiro. Tem um diretor jurídico (ou um escritório de confiança). E quem decide sobre segurança?
Na maioria das empresas brasileiras, a resposta é: o gestor administrativo, o RH ou o próprio dono — pessoas competentes, mas sem formação em riscos.
Um diretor de segurança sênior custa caro por mês. A maioria das empresas não tem escala para isso. Mas o risco não respeita o tamanho da estrutura: roubo de carga, invasão, extorsão, fraude interna e ações de facções atingem empresas de todos os portes.
É por isso que criei o Conselheiro de Segurança e Riscos: um diretor de segurança externo, com dedicação mensal definida, que participa das decisões, organiza a proteção do negócio e assume a primeira resposta em crises.
O conceito de “conselheiro externo” já é consolidado no jurídico e no financeiro. Chegou a hora da segurança.