O erro mais caro em segurança patrimonial não é investir pouco. É comprar sem diagnóstico.
Vejo empresas investindo alto em câmeras, cercas e vigilância, mas convivendo com vulnerabilidades básicas: acesso sem registro, unidades sem monitoramento remoto, dispositivos eletrônicos que não funcionam, procedimentos que existem no papel, não na prática.
Segurança não começa com equipamento. Começa com três perguntas:
· Quais ameaças realmente atingem o meu negócio, na minha região?
· Onde estão minhas vulnerabilidades: físicas, eletrônicas e de procedimento?
· O que priorizar com o orçamento que tenho?
É exatamente isso que uma Avaliação de Riscos e Vulnerabilidades responde, antes de você gastar o primeiro real em tecnologia.
Sua empresa investiu em segurança nos últimos 2 anos? Esse investimento partiu de um diagnóstico ou de uma percepção?